A obsessão da sociedade pelas formas femininas começou nos anos 20, quando as mulheres saíram dos espartilhos, levantaram as bainhas e mostraram as pernas recém-bronzeadas. As indústrias de cosmética, da moda e do cinema nunca mais foram as mesmas.
No entanto, não foi senão nos anos 60 que a silhueta em forma de «violão» dos anos 50, foi substituída por raparigas com olhos de corça e as proporções de Twiggy.
No entanto, não foi senão nos anos 60 que a silhueta em forma de «violão» dos anos 50, foi substituída por raparigas com olhos de corça e as proporções de Twiggy.
A magreza tornou-se moda, e os ícones femininos têm vindo a encolher desde então.
Nos anos 70, um brilho saudável e um corpo flexível eram essenciais: Bo Derek e Christie Brinkley eram o expoente máximo do look da rapariga-ao-lado e Farrah Fawcet era a mais sexy de todas. O cartaz de 1976 em que ela vestia um top vermelho continua a ser um ícone da década.
Nos anos 70, um brilho saudável e um corpo flexível eram essenciais: Bo Derek e Christie Brinkley eram o expoente máximo do look da rapariga-ao-lado e Farrah Fawcet era a mais sexy de todas. O cartaz de 1976 em que ela vestia um top vermelho continua a ser um ícone da década.
Em 1981, Olivia Newton-John sugeriu-nos Get Phsysical, e no ano seguinte, Jane Fonda, com 44 anos, renasce das cinzas com sugestões de como queimar calorias.
Os anos 90 começaram com as tops de glamour Naomi Campbell, Christy Turlington e Linda Envagelista e terminaram com as escanzeladas Kate Moss e Jodie Kitt a mostrarem os seus pequenos corpos por grandes quantias.
Nos últimos 8 anos, vemos as mulheres a encolherem. Em 2000, a Associação Médica Britânica advertiu que as actrizes e modelos têm apenas 10 a 15% de gordura corporal, quando o valor considerado saudável se situa entre os 22 e os 26%.
Retirado da Revista Selecções Reader's Digest, artigo"A Forma em que Cabemos", edição Janeiro de 2010, pp 87 - 96.
Cláudia
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